A Confederação Regional de Trás-os-Montes e Alto Douro da Juventude Socialista (JS) está em “profundo desacordo” com a posição do presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Manuel Martins, que se manifestou contra a possibilidade de fusão das Comunidades Intermunicipais do Douro e de Trás-os-Montes.
Para os jovens socialistas de Trás-os-Montes e Alto Douro, esta posição do autarca vila-realense “vem, mais uma vez, deixar bem clara a sua falta de dimensão política regional”. Em comunicado, a JS relembra que o período de declínio da Associação de Municípios de Trás-os-Montes e Alto Douro (AMTAD) começou em 1996, ano em que Manuel Martins assumiu a presidência do Conselho de Administração dessa entidade.
Segundo a JS, o motivo do fracasso desta associação foram “a inércia, incapacidade de acção, a falta de liderança e de visão política de Manuel Martins”. A JS transmontana e alto duriense relembra ainda que Martins foi “o grande impulsionador da divisão da região de Trás-os-Montes e Alto Douro”, ao protagonizar “uma acesa luta de protagonismos individuais com o presidente da Câmara de Bragança” e que culminou, em 2004, com a criação da Comunidade Urbana do Douro.
A “Jota” critica ainda o facto desta Comunidade Urbana, que também foi presidida por Manuel Martins, nunca ter desenvolvido “qualquer trabalho significativo em prol dos municípios que a integraram”. Para os socialistas transmontanos, “a incapacidade de ter uma visão política regional, bem evidente na gestão autárquica que leva a cabo no seu município, e as querelas políticas com o seu homólogo de Bragança, típicas de um tempo em que as autarquias eram encaradas como coutos e feudos, têm sido um factor de impedimento do desenvolvimento regional no seu todo”.
Para a Confederação da JS, esta posição tem origem “em sentimentos de bairrismos ilógicos e exacerbados” e teme que possam pôr em causa a criação de uma Região de Trás-os-Montes e Alto Douro. A “Jota” acredita que a “visão política redutora evidenciada por Manuel Martins é o sinal claro que o autarca não acompanhou a evolução dos tempos”, pelo que defende uma nova geração de autarcas em municípios como Vila Real e Bragança.
Noticias de Vila Real
Para os jovens socialistas de Trás-os-Montes e Alto Douro, esta posição do autarca vila-realense “vem, mais uma vez, deixar bem clara a sua falta de dimensão política regional”. Em comunicado, a JS relembra que o período de declínio da Associação de Municípios de Trás-os-Montes e Alto Douro (AMTAD) começou em 1996, ano em que Manuel Martins assumiu a presidência do Conselho de Administração dessa entidade.
Segundo a JS, o motivo do fracasso desta associação foram “a inércia, incapacidade de acção, a falta de liderança e de visão política de Manuel Martins”. A JS transmontana e alto duriense relembra ainda que Martins foi “o grande impulsionador da divisão da região de Trás-os-Montes e Alto Douro”, ao protagonizar “uma acesa luta de protagonismos individuais com o presidente da Câmara de Bragança” e que culminou, em 2004, com a criação da Comunidade Urbana do Douro.
A “Jota” critica ainda o facto desta Comunidade Urbana, que também foi presidida por Manuel Martins, nunca ter desenvolvido “qualquer trabalho significativo em prol dos municípios que a integraram”. Para os socialistas transmontanos, “a incapacidade de ter uma visão política regional, bem evidente na gestão autárquica que leva a cabo no seu município, e as querelas políticas com o seu homólogo de Bragança, típicas de um tempo em que as autarquias eram encaradas como coutos e feudos, têm sido um factor de impedimento do desenvolvimento regional no seu todo”.
Para a Confederação da JS, esta posição tem origem “em sentimentos de bairrismos ilógicos e exacerbados” e teme que possam pôr em causa a criação de uma Região de Trás-os-Montes e Alto Douro. A “Jota” acredita que a “visão política redutora evidenciada por Manuel Martins é o sinal claro que o autarca não acompanhou a evolução dos tempos”, pelo que defende uma nova geração de autarcas em municípios como Vila Real e Bragança.
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