
PSD denuncia ilegalidade da lista do PS de Alijó
O PSD de Alijó denunciou o facto da lista de candidatos apresentada pelo partido socialista à Câmara Municipal violar a Lei da Paridade, sendo praticamente caso único no país.
Segundo um comunicado enviado à comunicação social por aquela estrutura partidária, para além da lista à Câmara Municipal, a violação estendeu-se à lista apresentada pelo PS à Junta de Freguesia de Alijó.
Segundo esta Lei, as listas não podem ter mais que dois elementos de um sexo seguidos,
tendo que intercalar com um elemento do sexo oposto. Assim sendo, existia a obrigação
de levar uma mulher nos 3 primeiros da lista, o que não aconteceu no caso do PS de Alijó.
Contactado pela RCL, Miguel Rodrigues, candidato à Câmara Municipal de Alijó, não escondeu a perplexidade da situação, recordando que a Lei da Paridade foi proposta e aprovada pelo próprio PS na Assembleia da República e destina-se a potenciar a participação cívica e política das mulheres.
Para o PSD de Alijó, a lista apresentada pelo PS revela total desorientação e desnorte, pois não se compreende como pode o PS violar, em Alijó, uma Lei que ele próprio propôs e aprovou.
Recorde-se que a violação da Lei da Paridade acarreta para o PS um corte na subvenção estatal destinada ao financiamento da campanha eleitoral. Segundo o PSD, esta sanção parece não preocupar o PS de Alijó, exigindo que este explique aos eleitores quais serão as suas fontes de financiamento para a campanha.
A RCL tentou por diversas vezes obter uma reacção de Artur Cascarejo, candidato à Câmara Municipal de Alijó pelo PS, as quais se revelaram infrutíferas.
O PSD de Alijó denunciou o facto da lista de candidatos apresentada pelo partido socialista à Câmara Municipal violar a Lei da Paridade, sendo praticamente caso único no país.
Segundo um comunicado enviado à comunicação social por aquela estrutura partidária, para além da lista à Câmara Municipal, a violação estendeu-se à lista apresentada pelo PS à Junta de Freguesia de Alijó.
Segundo esta Lei, as listas não podem ter mais que dois elementos de um sexo seguidos,
tendo que intercalar com um elemento do sexo oposto. Assim sendo, existia a obrigação
de levar uma mulher nos 3 primeiros da lista, o que não aconteceu no caso do PS de Alijó.
Contactado pela RCL, Miguel Rodrigues, candidato à Câmara Municipal de Alijó, não escondeu a perplexidade da situação, recordando que a Lei da Paridade foi proposta e aprovada pelo próprio PS na Assembleia da República e destina-se a potenciar a participação cívica e política das mulheres.
Para o PSD de Alijó, a lista apresentada pelo PS revela total desorientação e desnorte, pois não se compreende como pode o PS violar, em Alijó, uma Lei que ele próprio propôs e aprovou.
Recorde-se que a violação da Lei da Paridade acarreta para o PS um corte na subvenção estatal destinada ao financiamento da campanha eleitoral. Segundo o PSD, esta sanção parece não preocupar o PS de Alijó, exigindo que este explique aos eleitores quais serão as suas fontes de financiamento para a campanha.
A RCL tentou por diversas vezes obter uma reacção de Artur Cascarejo, candidato à Câmara Municipal de Alijó pelo PS, as quais se revelaram infrutíferas.
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